quinta-feira, 28 de junho de 2012

 

7 ações de marketing que colaboram para sucessos de marcas e empresa.

- Melhorar o atendimento aos clientes.

- Incentivar funcionários e ter uma atuação de sucesso, devem ser as metas das empresas.



Atualmente, nota-se que o consumidor tem adquirido uma nova postura na hora da escolha de onde e como comprar. Por isso, as empresas devem estar antenadas em oferecer melhores produtos e um atendimento eficiente. Alias, alguns dos diferenciais oferecidos pelas grandes marcas englobam desde ações voltadas para o consumidor, passam pela valorização e capacitação dos colaboradores e chegam ao engajamento em ações de responsabilidade social.

Nesse contexto, são diversas as vertentes que podem e devem ser trabalhadas pelas empresas, como: inovação e desenvolvimento de produtos, posicionamento de marca e avaliação de campanhas, satisfação e lealdade de clientes, avaliação de qualidade de atendimento, cenário competitivo no ponto de venda e outros. Mas como fazer tudo isso?

A GfK, consultoria e 4ª maior empresa de pesquisa de mercado do mundo, destaca sete ações utilizadas que auxiliam no "ponta pé" inicial para o processo de marketing em diversos segmentos. Confira:

• Utilizar canais de comunicação como redes sociais, blogs, fotologs, instant messaging, SMS etc. para aperfeiçoar o diálogo com o consumidor;

• Trabalhar pela integração e consistência entre todos os canais de atendimento;

• Entender a melhoria do atendimento/serviços ao cliente como um grande desafio;

• Realizar periodicamente pesquisas de satisfação;

• Valorizar os funcionários com ações de prevenção, plano de carreira e redução da rotatividade;

• Monitorar a qualidade dos serviços prestados pelos canais do Contact Center;

• Engajar-se em ações de responsabilidade Sócio-Ambiental e Sustentabilidade.

Para um empreendimento obter resultados, é preciso "sair da caixa", ou seja, trazer novos valores que chamem atenção de seu público alvo. 

MMA no Brasil está tomando um rumo inesperado.

     
Sou fã de MMA, mas antes de qualquer coisa, sou torcedor dos lutadores brasileiros de MMA. Logo, torço por qualquer lutador nacional, sobretudo quando este enfrenta no octagon um estrangeiro.

Hoje em dia, lutadores como Anderson Silva, Júnior Cigano, Vitor Belfort, José Aldo, Lyoto Machida, os irmãos Minotauro e Minotouro, estão na boca do povo. Isso graças ao continuo esforço deles mesmos e outros tantos lutadores, que lá fora, sempre procuraram honrar o nome do Brasil, sobretudo perante aos americanos, do UFC, e japoneses, da época do Pride.

O que me deixa triste e decepcionado neste belo momento que vive o esporte, é observar que alguns torcedores que, talvez, estejam acompanhando às lutas há pouco tempo, estão se deixando levar pela rivalidade de outra modalidade, o futebol.

Quem acompanha MMA há um bom tempo, sabe que esses caras (lutadores) sempre suaram a camisa para angariar patrocinadores. Hoje, com a popularização do esporte, alguns clubes de futebol entraram com ações de marketing voltadas para o MMA, oferecendo patrocínios a certos lutadores.

Anderson Silva com a camisa do Corinthians
Anderson Silva com a camisa do Corinthians.

Um dos percursores foi Anderson Silva, que casou o lado torcedor e profissional com o Corinthians. Outro a conquistar o mesmo, foi Monotauro, que teve sua imagem ligada ao Internacional. Por fim, José Aldo, que no próximo UFC Rio, deve entrar com a camisa do Flamengo, seu clube de coração.

Vejam só, em que pese eles estamparem os escudos das agremiações citadas, todos continuam sendo brasileiros e, indubitavelmente, procuram representar nosso país da melhor forma.

O que me espanta é observar alguns exageros praticados por torcedores de clubes rivais. Por exemplo, um grupo de torcedores do Palmeiras, criou um fã clube dedicado ao lutador Chael Sonnen, um americano falastrão e mal educado, que abusa de um repertório infindável de criticas a Anderson Silva, e mais, diz verdadeiros absurdos sobre o Brasil e nosso povo.

Ele (Chael), orientando por (possivelmente) algum brasileiro, ficou sabendo que o Palmeiras é o maior rival do Corinthians. Foi a deixa que precisava para vestir a camisa alviverde em solo americano, atrair a atenção do torcedor e, estabelecer vinculo com torcedores do Palmeiras que (suspeito), mal sabem quem é Chael Sonnen. Este grupo, como outros que tendem a ser criados, está se deixando levar pela rivalidade histórica do futebol.

Não deveria ser assim, há de se separar o “joio do trigo”. Ser brasileiro e torcer contra um lutador nacional, definitivamente, e ainda mais pela carência de ídolos que temos, não parece ser algo inteligente.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Aquecimento do setor imobiliário sofistica ações de Marketing

Tecnisa, Gafisa, Tenda e Brookfield compõem o cenário favorável do mercado de construção


O aquecimento no setor imobiliário brasileiro está impondo novos desafios ao departamento de Marketing. Construtoras como Gafisa, Tenda, Tecnisa e Brookfield, assim como agências especializadas no segmento da construção civil, mostram os sinais positivos que o aumento no consumo destes bens trouxe para o país. Hoje, as maquetes tradicionais dos empreendimentos dividem espaço com plantas em 3D, realidade aumentada e até com vista do alto a bordo de um helicóptero.

Inovar neste segmento virou obrigatório. A Tecnisa é a primeira empresa do setor a fazer parte do ranking Best Innovator 2010, em que a consultoria A.T. Kearney e a Época Negócios avaliam as empresas mais inovadoras do país. A construtora está entre as 20 primeiras companhias graças a investimentos em internet e em serviços para diferentes perfis de consumidor.

Por outro lado, a Gafisa vinculou sua imagem à de Gisele Bündchen para atrair os olhos de consumidores mais sofisticados enquanto a Tenda leva seus futuros clientes para conhecerem in loco a sua casa própria. “Para cada produto temos estratégias diferentes, de acordo com cada região”, salienta Luiz Carlos Siciliano, Diretor de Marketing e Vendas de Gafisa e Tenda, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Internet não é mais novidade?
  
O maior investimento em ações e estratégias de Marketing fez crescer não só a participação das empresas no mercado como também a concorrência entre elas. O foco nas ações virtuais já não é mais novidade e o que faz a diferença para o consumidor ainda são as ideias criativas. “Se os mais fortes vencem os mais fracos, os mais inteligentes vencem os mais fortes”, ensina Romeo Busarello, Diretor de Internet e Relacionamento da Tecnisa, em entrevista ao portal.

Tanto Gafisa quanto Tenda estão com um olho nos internautas e o outro na conversão de vendas nos SACs. Para transformar uma reclamação em venda, as duas construtoras contam com ferramentas de medição da origem do cliente pelo site e pelo telefone. “É preciso conhecer o local, entender a forma de impactar o cliente e estudar o perfil de consumidor do empreendimento”, explica Siciliano.
A estratégia de Marketing para Tenda possui um estilo mais voltado para o varejo. Já para Gafisa, o destaque na comunicação é a localização diferenciada das construções e os itens de lazer disponíveis para o morador. “Impactar o consumidor hoje é diferente de distribuir folhetos no sinal. Procuramos nos destacar com relação a isso apesar de atendermos concorrentes diretos deste segmento”, conta Marcelo Larrat, Diretor da agência especializada Larrat Realizações em Marketing, ao Mundo do Marketing.

Foco nos corretores
 
A internet é a menina dos olhos das companhias do setor imobiliário. Pela web, o internauta procura por imóveis de acordo com sua necessidade, que abrange desde preço e local, até as opções de lazer. “Por isso, é importante dar pesos diferentes para as marcas e fazê-las fortes em seus segmentos”, afirma o Diretor das construtoras Gafisa e Tenda.


Uma recente ação da Brookfield rendeu mais de 14 mil acessos únicos ao site Meu Interlagos, criado pela incorporadora para divulgar a segunda fase de vendas do empreendimento Terrara, em São Paulo. A ideia de apresentar aos futuros moradores da região os produtos e serviços disponíveis nas redondezas converteu 10% das pesquisas em vendas. Após um mês do lançamento, o endereço já contava com mais de 50 estabelecimentos cadastrados.

As ações voltadas para os corretores também são de grande importância para o Marketing das empresas imobiliárias. “Nossos funcionários têm muito tempo de casa e procuramos reter os bons talentos”, reforça Busarello, da Tecnisa. Na Larrat, as ações são criadas para os corretores. “Quem não investe neles está fadado ao fracasso. O primeiro público a se conquistar é o corretor”, acredita Marcelo Larrat.

Diferenciação dá resultado.
 
A agência busca levar a mensagem aos corretores de forma lúdica, em um formato fora do convencional. “Procuramos nunca apresentar um empreendimento de forma tradicional, a não ser que o cliente queira assim”, diz Larrat. Segundo ele, as estratégias de endomarketing feitas de forma muito didática, sóbria, ou sem incentivo, se confundem com outras ações menos elaboradas de uma construtora de pouca credibilidade no mercado.


O treinamento dos funcionários da Gafisa e da Tenda está mudando o perfil da equipe para atender a demanda virtual. As duas companhias dispõem de pessoas especializadas em internet e trocam informações com os internautas o tempo todo. “Usamos uma estratégia oriunda do ponto-de-venda, que é escutar os anseios do consumidor e responder imediamente”, ressalta Siciliano.

Esta é mais uma lição para que não se padronizem estratégias de Marketing. Cada vez mais as empresas do setor imobiliário entendem que repetir ações de sucesso nem sempre é o melhor caminho. “Não se pode achar que uma mesma ação dará certo em qualquer lugar do Brasil. Tem cidades onde é melhor fazer o lançamento de um empreendimento durante a semana e não nos dias de folga. Entender a região, o emocinal, e a concorrência é o melhor caminho”, ensina o Diretor de Marketing de Gafisa e Tenda.

Próximos passos
 
Para o resto deste ano, o Marketing das construtoras dirigido por Siciliano está focado no ambiente on-line e em 2011 a estratégia será baseada em maior conversão e velocidade de vendas possível com base em um sistema de meritocracia. De uma forma geral, Busarello, da Tecnisa, acredita que o setor não terá uma tendência, mas sim tendências. “As mais fortes são sustentabilidade e internet, principalmente as redes sociais”, prevê o Diretor da Tecnisa.


Na Brookfield, a flexibilidade no planejamento de Marketing no ambiente virtual é o carro-chefe. “Se uma estratégia não deu certo, na semana seguinte ela pode ser reformulada em outro formato. A internet oferece grandes vantagens neste sentido”, aponta Ricardo Laham, Diretor de Incorporação da Brokfield de São Paulo, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A estratégia de Marketing para o mercado de construção será cada vez mais inusitada no que depender da Larrat. “Essa é a razão do nosso sucesso”, comemora o Diretor da agência que atua no mercado há 20 anos. Apesar do ímpeto de criar sempre novas formas de atrair os consumidores, existem determinados tipos de empreendimentos que exigem uma linguagem mais formal. “Mesmo assim procuramos dar uma pitada de diferencial, mas respeitando sempre o perfil do produto”, completa.





Futuro do mercado imobiliário está na demanda da classe C.

A classe média popular vai dominar o mercado residencial brasileiro nos próximos anos, segundo recente estudo da consultoria MB Associados. De acordo com as projeções da empresa, a classe C, com renda familiar de três a 10 salários mínimos, terá uma demanda habitacional potencial por 10,4 milhões de imóveis até 2016.
A procura é medida pelo número de novas famílias que surgem em cada classe, incluindo-se na avaliação pessoas que partem para morar sozinhas, como um filho de sai de casa ou um divorciado. A consultoria exclui o déficit habitacional – condições precárias e coabitação, que atingem 7 milhões de famílias, 80% das quais na classe D e E – do calculo de demanda potencial.

O economista da MB Associados Sergio Vale crê que grande parte da procura se direcione para a compra de imóveis novos, dada a rápida expansão do crédito imobiliário e o aquecimento desse mercado. A demanda potencial da classe C é, inclusive, maior que a de todas as classes, que é de 9,5 milhões até 2016. O fenômeno se explica pela migração prevista, para a classe C, de famílias e classe D e E, com a continuidade do processo de crescimento econômico e redução da pobreza. Como as classes D e E vão diminuir, elas apresentarão uma demanda negativa de 2,4 milhões naquele período – isto é, essa será a redução do número de famílias nas duas classes mais pobres. Já o aumento do número de famílias da classe A e B (acima de 10 mínimos) será de 1,6 milhão até 2016.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWlHZXd-0yhtpUuurXA6iU9Mrs7cqqrAvmT68Wgg0F0V3jotjWltJJ4U70RegWpEaXu1gvsJYV1iwa_g3m7vpEZnGeeyOCB713PdMCCGgTcKMaWBB1YdbZcbow_AZ0aHw5Q7FAW7YqjJlx/s1600/mcmv.jpg

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Bola transparente que muda de cor.

Imagine o seguinte lance: um bate e rebate na área em que tanto a visão do árbitro central quanto de seus auxiliares está encoberta pelo grande número de atletas em volta da bola, que vai indo em direção ao gol, mas, de repente, um zagueiro chuta para longe. Os atacantes pedem o gol, se aglomeram em volta do juiz, que conversa com o auxiliar e manda seguir o lance, sem validar o tento.


Cenas como essa não são nada difíceis de se ver, porém, no que depender da fabricante Agent, elas estão com os dias contados. Isso porque a empresa desenvolveu a bola CTRUS, transparente e que muda de cor ao passar da linha de gol, sair para a lateral ou linha de fundo ou quando um atleta a recebe em posição de impedimento.

Obviamente a bola não funciona sozinha, mas sim com todo um aparato tecnológico de apoio composto por GPS, sensores e sistemas de conexão sem fio. Isso significa que, para ser utilizada, o estádio em que se realiza a partida de futebol também precisa sofrer algumas alterações, como a criação de uma central de controle.

Além disso, a bola não murcha nunca, logo, não precisa ser inflada. Os desenvolvedores garantem que a consistência e a flexibilidade do material são iguais aos de uma bola convencional. Ainda não há previsão de uso da CTRUS em jogos oficiais da FIFA.

Chuteira inteligente

Ainda em clima de Copa do Mundo, outra novidade foi desenvolvida pela Nike, só que desta vez somente para alguns atletas patrocinados pela empresa. Craques como os brasileiros Luís Fabiano, Robinho e Adriano, o argentino Sérgio Agüero, o inglês Wayney Rooney e o lusitano Cristiano Ronaldo usarão a chuteira Mercurial Vapor Superfly 2.

Mercurial Vapor Superfly 2. Foto: Business Wire

A divulgação do novo material também foi feita ontem em Londres, e teve como estrela principal o português Cristiano Ronaldo. As novas chuteiras são capazes de analisar o gramado em que pisam e ajustar automaticamente a altura das travas para um nível pré-determinado pelo atleta, ajudando na tração do atleta na corrida e evitando escorregões em arrancadas.


Tecnologia no futebol: 

Nova camisa da seleção, bolas que mudam de cor e até chuteiras autoadptáveis. Apesar de distante, volta e meia a relação tecnologia e futebol vem à tona. Seleção com camisa ecológica, chuteira que se adapta ao gramado e bola que muda de cor quando é gol são os mais novos exemplos.

Esporte mais popular do mundo, o futebol é também resistente às inovações tecnológicas. Se no futebol americano e no hóquei há recursos como replays ao vivo para verificar a validade ou não de uma jogada, no bom e velho futebol a coisa não caminha por aí.
Gols invalidados injustamente, impedimentos não marcados e dúvidas entre se a falta foi dentro ou fora da área sempre fizeram parte das discussões sobre futebol. Contudo, se nesse aspecto o futebol é um tanto “atrasado”, na parte indumentária a coisa parece ter engrenado de vez.
Camisa amarela: consagrada e ecológica
Nesta quinta-feira, dia 25, a estadunidense Nike, fornecedora de materiais esportivos da Seleção Brasileira de Futebol, apresentou em Londres, Inglaterra, o modelo da camisa da seleção canarinho.  Com um design simples e praticamente toda em amarelo, a camisa dos brasileiros possui novidades invisíveis aos olhos.

100% verde

De acordo com a fabricante, a camisa é construída com 100% de materiais recicláveis: oito garrafas plásticas foram utilizadas na confecção de cada peça. Foram recolhidas garrafas de lixões do Japão e Taiwan, que, após serem processadas e transformadas em poliéster, confeccionaram as camisetas das dez seleções patrocinadas pela Nike.

O atacante Alexandre Pato na apresentação oficial do novo uniforme da seleção. Foto: AFP

As garrafas são lavadas para remoção de impurezas e cortadas em pequenos flocos, que então são derretidos para se transformarem em fios bem finos. É a partir desses fios que se forma o poliéster que compõe o tecido.

Costura sem fio

Outra novidade da camisa canarinho é sua costura, que usa cola ao invés de fios, algo semelhante ao que é feito com uniformes de pilotos de Fórmula 1 com o objetivo de reduzir o peso total do conjunto carro e piloto. Para os atletas, o resultado é também uma camisa mais leve, pesando apenas 160 gramas, cerca 15% menos do que a utilizada pela seleção na Copa de 2006 de acordo com a fabricante
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Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Camisa se ajusta ao corpo

Outra novidade é seu ajuste dinâmico, que “adapta” a camisa às curvas do corpo do atleta que a veste. Além disso, o uniforme é estruturado em malha dupla. O resultado disso é mais mobilidade para o jogador, bem como 10% a mais de elasticidade se comparada com uniformes tradicionais.

Propaganda da Hyundai vira mico na Eurocopa.

Propaganda da Hyundai vira mico na Eurocopa
Marca coreana erra na publicidade com jogadores que não foram convocados por suas seleções.

A Eurocopa ainda não sagrou seu campeão, mas talvez o grande mico do torneio já possa ser escolhido. A Hyundai aparece como grande candidata ao “troféu” por escolher dois jogadores, como garotos-propaganda para o período do campeonato, que não foram convocados para defenderem seus países. O atacante italiano Giuseppe Rossi, que atualmente está no time espanhol Villarreal e o inglês Daniel Sturridge, atacante do Chelsea da Inglaterra, ficaram de fora da Euro, mas estampam cartazes, painéis e o próprio site da marca.

De acordo com o portal
Terra, grandes painéis da montadora coreana Hyundai estão espalhados pelas cidades sedes da Eurocopa na Polônia e na Ucrânia com os jogadores que não participam da competição. Giuseppe Rossi sofreu, semanas antes do torneio, sua segunda grave lesão no joelho e ficou de fora da lista do técnico da azurra. Já Sturridge, não teve nenhum problema físico, mas o comandante do “English Team” optou por outros nomes na convocação.

A aposta da fabricante foi em cinco jogadores das seleções candidatas ao título. Além dos “cortados”, a propaganda ainda conta com o goleiro espanhol Iker Casillas, o francês Benzema e o alemão Lukas Podolski.

Atacante dinamarquês exibe propaganda na cueca em jogo da Euro e pode ser punido pela Uefa

Bendtner fez dois gols na derrota para Portugal, mas pode ser punido pela Uefa por propaganda.

Niklas Bendtner se destacou ao fazer os dois gols da Dinamarca na derrota por 3 a 2 para Portugal nesta quarta-feira, na segunda rodada do grupo B da Eurocopa-2012. No entanto, o atacante deve enfrentar problemas com a Uefa por exibir propaganda de uma casa de apostas.

Ao comemorar o segundo gol dinamarquês, Bendtner abaixou levemente seu calção e levantou a camiseta. Em sua cueca, estava estampado o nome da casa de apostas irlandesa Paddy Power.

A ação foi combinada com a casa de apostas. “Estou realmente satisfeito com Bendtner. Que atuação nesta noite! Não tenho dúvidas de que a sorte trazida pela cueca o ajudou a marcar dois gols”, afirmou Ken Robertson, funcionário da Paddy Power, em comunicado oficial.

A Uefa proíbe que os jogadores participantes da Euro-12 exibam qualquer tipo de propaganda em seus uniformes. A entidade deve se manifestar sobre a questão nesta quinta-feira e Bendtner corre risco de ser punido.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

quinta-feira, 10 de maio de 2012


Empresa TDB GRENAL


   Como toda loja de esportes, a TDB GRENAL possui um atrativo voltado mais para o mundo masculino do que feminino, não que as mulheres deixem tão de lado assim o futebol, mas o publico – alvo e mais produtivo para esse ramo de atividade é o sexo masculino. Nesta loja, encontro já na frente, na parte superior bandeiras gremistas e coloradas indicando que ali existem apenas dois tipos de escolhas: grêmio ou inter. Na porta de vidro, cartazes falando de promoções e descontos conforme o tipo de compra (a vista, a prazo) e até alguns produtos dos clubes, cada um deles separado do outro, um á direita e o outro a esquerda, chamando a atenção conforme sua preferência clubistica. Pode – se notar também que colocam produtos que são de outros tipos, exemplos = canetas, bonés, bolsas, cachecóis, bandeiras, enfim, o produto que seria principal, a camiseta, está no interior da loja, ou seja, é uma maneira do consumidor ter que entrar realmente na loja para poder conseguir ver as camisetas e modelos do seu time.


   Já ao adentrar na loja, há muita variedade de produtos, desde camisetas oficiais, passando por camisetas licenciadas, comemorativa, chegando a sapatos de lã para crianças e cadernos, pad mouses, chaveiros, cartelas de adesivos e até os bonecos personalizados dos jogadores mais importantes de cada clube. Uma das possibilidades de pagamento que chama a atenção é o possível pagamento através de cartão de crédito/débito, ou seja, não precisa necessariamente sair com o dinheiro na mão para poder adquirir o produto, é só usar o dinheiro de plástico.


   No interior, há uma clara divisão por seções, ou seja, grêmio para um lado e suas diversidades de itens e o inter de igual forma do lado oposto, criando assim a manutenção de uma rivalidade já existente até mesmo na exposição dos produtos, trazendo a ideia de que na loja, gremistas e colorados, todos têm seus espaços reservados, não há necessidade de se misturarem.


   Isso tudo, com certeza, gera uma atração do público masculino, essa ideia de manter diferentes e expostos e o acondicionamento dos produtos, pois dependendo do clube, há um tipo de pacote, vermelho ou azul. Há produtos para todos os gostos e idades, desde crianças, passando por adolescentes, jovens, adultos e chegando ao idosos (masculino, principalmente e feminino).


   Para mim, algo que agrega valor na relação cliente – empresa é o fato de poder ganhar descontos promocionais em algumas peças quando já estão sendo lançadas novas, pois muitas das vezes se compra por metade do preço. Tudo que está acima relacionado de alguma forma agrega valor para o público, seja na condição de pagamento, na diversidade de produtos e até mesmo no tipo de exposição dos mesmos no interior da loja, mas como dica para a loja oferecer maior valor para o cliente seria a realização de sorteios durante o mês (1 vez ao mês) para os clientes que compram, sejam eles gremistas ou colorados, entrega de brindes nas compras acima de um valor X, o envio por email de ofertas, catálogos com os produtos novos que irão chegar, anúncios de atletas  do grêmio e do inter convidados para estarem vindo até a loja nos lançamentos de camisetas oficiais. Outra sugestão seria a aquisição de pôster dos times quando da conquista de títulos, muitas das vezes nunca tem na loja que representa de forma mais oficial os dois maiores times do Estado e também a possibilidade de em alguns jogos importantes dos dois clubes adquirem um número X de ingressos e a posterior venda para os interessados irem aos jogos, já que muitas vezes não há movimentos nesse sentido para que os torcedores da dupla GRENAL possam ir assistir seu clube de coração no estádio, somente por televisão ou ouvindo o velho e bom rádio. São inúmeras as formas de atrair e obter mais valor para o seu cliente, basta inovar. A criação de um site, a conexão da marca TDB GRENAL nas redes sociais, tudo são questões que de alguma forma ajudariam a fidelizar e conquistar mais clientes/torcedores.




  

quinta-feira, 12 de abril de 2012


Redes Sociais e Jogos.

          Dos entrevistados, 43% dos idosos alegam usar a internet para jogos. Os games mais procurados, entretanto, são aqueles parecidos com os que sempre estiveram acostumados no mundo off-line, como damas, xadrez e pôquer.

           “A cada ano que realizamos a pesquisa, o número de usuários com mais de 60 anos vem aumentando, principalmente entre as mulheres sozinhas. Elas saem mais e mantêm um ciclo social conectado por trocas de MSN e e-mails. Hoje, o idoso tem que utilizar o caixa eletrônico no banco e baixar as fotos da câmera digital para o computador. Cada dia mais, ele está pressionado a lidar com a tecnologia”, declara Luciana.

            Existe ainda uma pequena porcentagem (2%) de usuários da terceira idade que utilizam o computador, mas não acessam a web, contudo o relacionamento dos idosos com as redes sociais não difere tanto dos demais internautas. Eles usam a plataforma tanto para conversar quanto para jogar com outras pessoas. Segundo o QualiBest, 71% declaram acessar redes como Facebook, Twitter e Orkut. Já de acordo com o estudo feito pela e - bit, 9% dos consumidores entre 50 e 64 anos afirmam terem sido influenciados por alguma rede social no momento da compra.

          “Sabendo que este público está na internet, as empresas deveriam investir em ações que compreendam as suas necessidades, como transações bancárias e compras virtuais. Principalmente a indústria farmacêutica podia prestar mais atenção aos consumidores da terceira idade no meio virtual e oferecer alguns serviços online”, diz Luzia.




Quais são os hábitos da terceira idade na internet?

            Usuários com mais de 60 anos já representam 7% dos internautas do Brasil e costumam passar mais tempo com serviços online como notícias, transações bancárias, e-commerce e pesquisa sobre viagens

            São grandes usuários de serviços online e passam, em média, quatro horas e 11 minutos conectados ao mundo virtual aos fins de semana. Pode não parecer, mas estas características representam os hábitos dos internautas da terceira idade no Brasil. Em comparação à quantidade de horas na internet, segundo o QualiBest, estes internautas navegam apenas 40 minutos menos que os jovens e o número de homens conectados é 30% maior do que o de mulheres.
 
            Em 2009, o público sênior representava apenas 5% dos acessos à internet, mas, no fim de 2011, o íncide chegou a 7%, segundo dados da comScore Brasil. A inclusão digital dos idosos, no entanto, está ainda restrita à classe AB. O maior nível de escolaridade tem sido o principal fator para a penetração das redes digitais nas casas dos consumidores seniores, segundo a última edição do estudo “O Painel Brasil Data Sênior”, feito pelo Somatório Pesquisa, em 2011. Apesar de 34% das pessoas da terceira idade ter computadores com acesso à internet em casa, apenas 16% estão inseridos no universo da informática.

            “O índice de inclusão é maior em domicílios em que os idosos moram com os netos ou filhos que usam o computador, assim eles começam a perceber as possibilidades da rede. Já nos ambientes em que vive apenas um casal nessa faixa etária, o acesso à internet é baixo e eles suprem de outra forma a necessidade de informação e comunicação”, conta Luciana Guerra, Diretora de Marketing do Somatório Pesquisa da Brasil Data Sênior, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Perfil dos internautas após os 60 anos

             Os homens são mais ativos do que as mulheres no meio digital neste período da vida. Segundo a pesquisa do QualiBest, o sexo masculino representa 65% dos usuários acima de 60 anos, apesar de elas serem maioria no país. No total, o número de idosos no Brasil corresponde a 57% de mulheres e 43% de homens. Elas, por sua vez, são as que mais utilizam as ferramentas de bate-papo, como Skype e MSN, e redes sociais.

            “Os meninos, desde jovens, têm uma maior facilidade e proximidade com a tecnologia e isto não muda ao longo do tempo. Se compararmos um homem e uma mulher de 70 anos, a tecnologia para o sexo masculino tem o mesmo sentido que para os mais jovens, já para as mulheres não. Este é um mito que está sendo derrubado entre os mais novos, mas na terceira idade ainda aparece”, afirma Luzia Nicolino, Diretora de Marketing & Inovação do QualiBest, em entrevista ao portal. 

            Os serviços, como notícias, bancos, e-mail e sites ligados a viagens, são os mais utilizados pelos consumidores da terceira idade, com 78%, seguidos pelo e-commerce (72%). Os jovens, em contrapartida, acessam estas opções em 68% e 60% dos casos, respectivamente. Atualmente, 25% dos e - consumidores têm mais de 50 anos, segundo dados da e - bit. Há 10 anos, este número era de 10%, o que confirma o aumento da confiança deste público no setor, além da opção dos idosos por não precisarem se locomover ou passar por situações de estresse ao saírem de casa para fazer compras.


terça-feira, 10 de abril de 2012


Pepsi faz parceria com família "Para a nossa Alegria"

            Marca da PepsiCo promete lançar nova canção do trio, que já ultrapassa mais de 15 milhões de visualizações no Youtube, ao chegar a 500 mil fãs no Facebook

            A PepsiCo fechou uma parceria com a família que ficou famosa na internet pelo vídeo “Para a nossa Alegria”, que já soma 15 milhões de visualizações no Youtube. A empresa convida os internautas a curtirem a página  da Pepsi no Facebook, afirmando que ao chegar a 500 mil fãs o trio lançará uma nova canção. Com a ação, assinada pela Riot, a marca quer se aproximar dos internautas e aumentar o número de “likes” em sua fan page.

segunda-feira, 9 de abril de 2012


Johnson & Johnson lança Listerine Zero sem álcool.

            Produto tem um sabor mais suave e mantém os quatro óleos essenciais no controle de germes que causam a placa bacteriana, a gengivite e o mau hálito

            A Johnson & Johnson amplia o portfólio da sua marca de enxaguante bucal com o Listerine Zero. O novo produto conta com um sabor mais suave e não contém álcool em sua composição, mas mantém os quatro óleos essenciais, que prometem controlar os germes que causam a placa bacteriana, a gengivite e o mau hálito.

            Para divulgar o lançamento, a companhia criou o filme “Music to Your Mouth”, que mostra que o Listerine Zero pode ser usado por pessoas a partir de seis anos, ressaltando a importância da higienização oral com o enxaguante. O vídeo será veiculado na TV aberta e quem assina a produção é a agência JWT de Nova York.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Nestlé, Lacta e Arcor buscam diferenciação no varejo durante a Páscoa.

 

Marcas investem em materiais de comunicação em pontos estratégicos e na criação de espaços reservados para atrair o consumidor e aumentar as vendas na data.


arcor, tortuguita,estação páscoa arcorEncontrar elementos para se diferenciar durante a Páscoa vem sendo um desafio constante para as empresas. No período, é comum ver as parreiras nas redes de varejo carregadas de ovos de chocolate de todas as formas, tamanhos e marcas disputando um milésimo da atenção do consumidor. Para dar destaque aos seus produtos, empresas como Nestlé, Lacta e Arcor investem em iniciativas como a criação de materiais de comunicação adequados e áreas reservadas nas lojas, buscando se distanciar dos concorrentes.

Os espaços fora da parreira têm sido explorados pelas marcas para apresentar outros produtos que não sejam necessariamente ovos de Páscoa. É o caso da Nestlé, que há dois anos tem focado nessas áreas com displays próprios para destacar a linha de chocolates voltada para presentear, que hoje totaliza 10% do portfólio da empresa.


“Durante a Páscoa, dificilmente os consumidores
compram produtos para consumo próprio. A data é voltada para presentear e por isso estamos investindo em itens com este foco, como os lançamentos dos ovos de Páscoa Kit Kat, Suflair para comer de colher e a edição comemorativa de 55 anos da marca Alpino, que traz embalagens próprias para presente”, diz Ricardo Bassani, Gerente de Marketing de Chocolates da Nestlé, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Parcerias exclusivas ganham destaque

O foco em produtos para presentear também faz parte da estratégia da Lacta. Para dar destaque aos produtos desta linha, como o Toblerone e os chocolates regulares da marca, a empresa fechou parcerias exclusivas com as redes Walmart, Carrefour e Lojas Americanas. Nas lojas, os consumidores encontram áreas reservadas onde podem efetuar a compra no próprio espaço, sem precisar ir aos caixas para realizar o pagamento.

“A iniciativa pretende facilitar a vida dos consumidores que não têm muito tempo para compras e explorar partes das lojas por onde eles geralmente passam para evitar a aglomeração que costuma estar presente embaixo das parreiras. Outro ponto relevante é que a escolha dos produtos é feita dentro do portfólio de nossa marca”, ressalta Mariana Perrota, Gerente de Marketing da Lacta, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Estratégia semelhante é usada pela Ferrero Rocher, do grupo Kinder. A marca fez um acordo com Carrefour, Extra, Supercenter e Convencional Shopping Market Place de São Paulo para criar 10 “Boutiques Ferrero”. Nos locais, os consumidores podem encontrar todo o portfólio da marca, degustar os produtos e participar de uma ação que integra o ponto de venda físico ao digital. Por meio de um iPad, os visitantes podem sugerir para seus amigos qual chocolate Ferrero Rocher gostariam de ganhar na Páscoa, via e-mail ou Facebook.


arcor, tortuguita,Promotores e brindes fazem a diferença

Outra forma encontrada pelas marcas para facilitar a decisão de compra na Páscoa é o auxílio por meio de promotores de venda. Os profissionais temporários estão presentes na estratégia da Nestlé, Lacta, Arcor e Garoto, que em 2012 contratou quase 5.550 promotores temporários.

“Segundo nossas pesquisas, os consumidores passam um tempo até cinco vezes maior embaixo das parreiras do que nas gôndolas para escolher qual produto levará para casa. Por isso contamos com a ajuda desses profissionais para esclarecer as dúvidas dos clientes sobre as características dos produtos, preço e informações nutricionais”, explica André Barros, Gerente Executivo de Marketing da Garoto, em entrevista ao portal.


Não é apenas informação que os consumidores esperam encontrar nas lojas durante a Páscoa. Os brindes também são uma oportunidade para capturar a atenção dos clientes em meio à multidão de estímulos a que são expostos. Para se diferenciar, a Arcor resolveu apostar em brindes externos, que tenham mais visibilidade e não fiquem escondidos dentro dos ovos de Páscoa ou não possam ser visualizados por completo nas embalagens dos produtos.


“Este ano estamos investindo em brindes externos para Torguita, como ovos de Páscoa em formato de cantil e lancheira, que além da atratividade lúdica para as crianças apresentam para os pais um aspecto prático, podendo influenciar na decisão final da compra”, ressalta Ciro Mariani, Gerente de Marketing de Marcas de Chocolate da Arcor, em entrevista ao Mundo do Marketing.


A Nestlé presenteia o consumidor durante a data. Em 2012, a marca reedita a ação promocional “Galera Animal Promoção de Páscoa”. Na compra de dois ou mais ovos de chocolate da Nestlé ou da Garoto, os consumidores ganham uma pelúcia da série Galera Animal.


Marcas ainda precisam dialogar com o público certo

Apesar da busca das marcas para se diferenciar em um mesmo espaço, muitas não estão fazendo o dever de casa corretamente. “A Páscoa é uma data em que as empresas já fizerem de tudo um pouco. Apenas a criatividade não basta para se destacar, é preciso saber dialogar com o shopper responsável por essa compra. O maior erro das companhias é conversar com outros públicos em lugar do shopper”, afirma Maurício Prado, Sócio-Diretor da Agência Plano 1, em entrevista ao portal.

Outro fator que deve estar presente na preocupação das empresas é a colocação correta dos materiais de comunicação dentro das lojas. “Estudos comprovem que os consumidores dão atenção a peças de divulgação abaixo da altura dos olhos, aproximadamente 1,30 m. Quem fugir desse padrão estará desperdiçando dinheiro”, ressalta Prado.


Para as empresas, não há outra oportunidade de estudar o comportamento do consumidor na Páscoa, senão na própria data. Os principais insights são obtidos no período, especificamente nas duas últimas semanas que antecedem o feriado. Com base nos dados, é possível construir uma estratégia mais assertiva, saber como posicionar melhor os produtos e melhorar o desempenho das vendas.


segunda-feira, 26 de março de 2012

Coca-Cola lança garrafa do tamanho do bolso nos EUA.

 Coca-Cola pocket

 

Meteoro da paixão

Astro da música sertaneja, o cantor Luan Santana fala sobre a influência do marketing em sua carreira.

 Este mês, cerca de um milhão de pessoas devem passar pelo Parque do Peão de Barretos, durante a 56ª edição desta, que é uma das maiores festas de rodeio do mundo. No próximo dia 26 de agosto, um show especial marcará o encontro da dupla sertaneja de maior sucesso da atualidade, Fernando e Sorocaba, com Luan Santana, o jovem artista de Campo Grande (MS) que aos 20 anos já coleciona dois Discos de Platina.

De acordo com a ABPD (Associação Brasileira dos Produtores de Discos), apenas o álbum “Luan Santana – Ao Vivo” figurou entre os mais vendidos do Brasil em 2010, com mais de 400 mil cópias ccomercializadas. 
 
Com um cachê estimado em R$ 300 mil, Luan já tem em seu currículo inúmeros recordes de público e faturamento. Em sua cidade natal, por exemplo, ele já chegou a fazer um show para 75 mil pessoas durante a tradicional festa Expogrande, superando a marca anterior da dupla Victor e Leo, que em 2008, se apresentaram para 47 mil pessoas na capital do Mato Grosso do Sul.

Tanta exposição acabou transformando o cantor em grife. Hoje, a marca Luan Santana estampa em torno de 30 produtos, que vão desde calças e cadernos até roupa de cama e toalha de praia. O sucesso atraiu também a atenção de grandes investidores, como o ex-jogador Ronaldo Nazário, que estaria negociando com Luan para se tornar agente do cantor sertanejo. A assessoria da 9ine – empresa de marketing esportivo e de entretenimento criada pelo craque em parceria com o grupo WPP – não confirma a informação, mas afirma que a agência tem interesse em ampliar seu portfólio no mundo artístico. Caso o acordo seja fechado, Luan Santana será o primeiro músico do portfólio da 9ine, que já representa os jogadores Neymar, Anderson Silva, Lucas e Falcão, além do surfista Danilo Couto. Nesta entrevista, este, que é dos maiores nomes da música brasileira da atualidade, fala sobre a influência do marketing em sua carreira.


Cinco lições de marketing do Papai Noel

 

Vamos aproveitar a magia do natal e fantasiar um pouco.

O Papai Noel é alguém que existe para fazer os outros felizes, há gerações e gerações ele se mantém na ativa, gerando buzz, satisfazendo seu público, fortalecendo sua marca forte e gerando muitas imitações que desejam aproveitar uma fatia do seu sucesso. Sem ele, o natal não seria o mesmo.

Empresas de sucesso são assim em seus mercados, tão importantes que o mundo não seria o mesmo sem elas.

Aqui vão 5 lições que fazem do Papai Noel um sucesso há muitos anos.

OUÇA: tudo começa com um carta descrevendo o que aquele menino ou menina deseja ganhar neste natal.  Ouvir ainda é a melhor maneira de satisfazer alguém, seja entregando exatamente o que se pede ou acrescentando um toque pessoal e, assim, o surpreendendo. Nem sempre é possível entregar o que se quer, mas os esforços serão grandes para que isso não aconteça.

FOCO NO CLIENTE: a carta não serve apenas para satisfazer o remetente, serve para conhecê-lo melhor. Ouvir não é apenas para saber qual o melhor caminho a seguir, mas demonstra carinho e comprometimento. O Papai Noel se importa com cada criança, ele não quer entregar qualquer presente, de qualquer jeito, para voltar o mais rápido possível para o Pólo Norte. Ele quer chegar no dia 25 com a certeza de que fez o melhor que podia. Isso dá a garantia que, no próximo, ele terá a oportunidade de fazer tudo de novo. E é isso que todos nós queremos, não?

SEJA CONSISTENTE: Papai Noel tem tudo a ver com credibilidade. Se cabelo e barba branca já costumam transmitir confiança naturalmente, a roupa e o gorro vermelho aumenta isso ainda mais. Para uma criança, o que o Papai Noel diz é lei. Elas escutam muito mais ele do que seus próprios pais. Afinal, ele é legal, visita apenas uma vez por ano, usa uma linguagem que todos entendem e sempre cumpre o que promete. O natal começa com acreditar em algo, o marketing também.

SEJA ÚNICO: seu visual é algo memorável. Pense em natal e provavelmente você pensará em um senhor barbudo gordo de roupa vermelha, botas, cinto largo e gorro, gritando “Ho! Ho! Ho!”. Pode não ser o mais moderno e fashion, mas esses elementos fazem do Papai Noel uma das melhores marcas da cultura popular. Tem identidade forte, muitas associações de marca, alma e personificação. Quando algo único está tão enraizado na mente das pessoas, é difícil criar algo para competir que não pareça de segunda linha.

MODERNIZE-SE: como alguém de barba branca e sabe-se lá quantos anos de idade consegue manter o público interessado e fiel há gerações? Acompanhando tendências e inovando, é claro. Não, ele não trocou suas renas por jatinhos nem aceita pedidos online, mas troca algumas mensagens no Twitter e responde alguns e-mails. O desafio é não deixar a modernização afetar a tradição (se essa for a estratégia da empresa). A tecnologia deve ajudar a alcançar os objetivos, melhorar processos, diminuir problemas; mas não pode comprometer a essência da marca e conflitar com valores e estratégias já estabelecidas. 

O Papai Noel sempre será o Papai Noel mesmo que ele entre em nossas casas com um smartphone no bolso.

Quer ter clientes felizes e satisfeitos? Coloque-os no colo e os trate muito bem.