Imagine o seguinte lance: um bate e rebate na área em que tanto a
visão do árbitro central quanto de seus auxiliares está encoberta pelo
grande número de atletas em volta da bola, que vai indo em direção ao
gol, mas, de repente, um zagueiro chuta para longe. Os atacantes pedem o
gol, se aglomeram em volta do juiz, que conversa com o auxiliar e manda
seguir o lance, sem validar o tento.
Cenas como essa não são nada difíceis de se ver, porém, no que
depender da fabricante Agent, elas estão com os dias contados. Isso
porque a empresa desenvolveu a bola CTRUS, transparente e que muda de
cor ao passar da linha de gol, sair para a lateral ou linha de fundo ou
quando um atleta a recebe em posição de impedimento.
Obviamente a bola não funciona sozinha, mas sim com todo um aparato
tecnológico de apoio composto por GPS, sensores e sistemas de conexão
sem fio. Isso significa que, para ser utilizada, o estádio em que se
realiza a partida de futebol também precisa sofrer algumas alterações,
como a criação de uma central de controle.
Além disso, a bola não murcha nunca, logo, não precisa ser inflada.
Os desenvolvedores garantem que a consistência e a flexibilidade do
material são iguais aos de uma bola convencional. Ainda não há previsão
de uso da CTRUS em jogos oficiais da FIFA.
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